Temple Time, 2016 © Ryan Trecartin Courtesy the artist, Regen Projects, Los Angeles and Sprüth Magers
Temple Time, 2016 © Ryan Trecartin Courtesy the artist, Regen Projects, Los Angeles and Sprüth Magers

Sala SONAE

entrada: Condições Gerais

RYAN TRECARTIN "Temple Time"

2019-03-15
2019-03-31

Ryan Trecartin (1981) é um dos mais inovadores artistas a trabalhar em vídeo na actualidade.  Os filmes de Ryan Trecartin são uma mistura de artes performativas, sitcoms e hipnóticas colagens digitais, como se fossem o resultado de uma colaboração entre Bosch e Keith Haring, ou como se o Facebook tivesse tido um pesadelo.

Filmado num antigo templo maçónico em Los Angeles - um labirinto de cinco andares de salas grandes e cavernosas, semelhante a um centro de convenções sem janelas - "Temple Time" desenrola-se como uma expedição de um grupo de amigos, num filme de terror, a um terreno de acampamento selvagem. Explorando uma ideia alternativa de uma região selvagem assustadora, as personagens falam sobre o que vêem em vez de como se sentem, dando a impressão de que tudo o que encontram é uma descoberta. Para algumas personagens, essas descobertas surgem como memórias de acontecimentos que estão prestes a repetir-se - o passado e o futuro parecem ocorrer simultaneamente através de camadas sobrepostas de realidade. O uso de diferentes tecnologias de captura de vídeo - incluindo câmeras portáteis, drones e câmeras de ação GoPro montadas nos corpos dos actores - oferece inúmeras perspectivas e pontos de vista, reforçando a exploração das descontinuidades cinematográficas de Ryan Trecartin.

Trecartin colabora com actores provenientes da sua família ou círculo de amigos, para operar sofisticadas manipulações digitais com materiais retirados da Internet e da cultura pop, animações selvagens e estetizantes cenários e performances. O seu trabalho despoleta mundos onde a cultura consumista é amplificada até atingir qualidades absurdas ou proporções niilistas, onde as personagens procuram encontrar um sentido para as suas vidas. Com um uso virtuoso de cores, formas, actuações histéricas e montagens alucinantes, produz sublimes efeitos que se aproximam a uma desconhecida e verdadeira forma da realidade.





Parcerias

Atividades

    2019-03-15

    16h00
    17h00
    Inauguração
Ver todas as atividades 1

Em Exibição

CAIS Urbana

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Please [do not] touch

2019-06-28
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Henrique Vieira Ribeiro. O Arquivista. Projeto CT1LN: parte II

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Rui Macedo. (In)dispensável ou a pintura que inquieta a colecção do museu

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Exposição temporária

A incontornável tangibilidade do livro ou o ANTI-LIVRO

2019-03-22
2019-08-04
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Materialmente estimulante, imaterialmente ilimitado, o Livro é talvez, o objeto dos objetos
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ARTE PORTUGUESA. RAZÕES E EMOÇÕES

2018-04-20
2019-10-27
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Exposição da coleção