Desenha a tua estória
Desenha a tua estória

Serviço Educativo


O Serviço Educativo do MNAC assenta a sua prática em dinâmicas pedagógicas de mediação e interpretação entre os públicos e a obra de arte (conteúdo do objeto artístico e das coleções), num repto ao processo de conhecimento, de pensamento reflexivo, de sentido crítico e de aprendizagem estética, estimulando e envolvendo a relação e participação das comunidades com o museu.
Defende-se que perante os conteúdos convocados pela obra de arte (intrínsecos e extrínsecos) a qualidade da experiência cognitiva e emocional pode atingir um valor tão relevante como o acervo observado e analisado. Os sentidos de hábito e de continuidade, vetores considerados dominantes na concretização de programas, projetos e parcerias, de âmbitos quer formativo, pedagógico, lúdico, técnico, expressivo ou acessível, são um processo de aprendizagem ao longo da vida que este Serviço Educativo propõe desde há 20 anos.
A oferta de programações que se apresenta abrange todo o público, crianças, jovens, famílias e adultos, que visitem o museu em contexto individual ou em grupos organizados, escolares, culturais, seniores, acessibilidades ou outros.
As atividades que se propõem - visitas pedagógicas, visitas comentadas, visitas guiadas, oficinas plásticas nas áreas do desenho, da colagem, da fotografia, etc. - no mais alargado campo da criatividade e experimentação artística, destinam-se a segmentos de público diferenciado.
A programação contempla ainda o acolhimento e desenvolvimento individual (ou de grupo) de projetos e parcerias inovadoras, de âmbito formativo, pedagógico, de investigação ou de integração, no domínio dos conteúdos e aprendizagens que a coleção propõe no cruzamento partilhado de outras abordagens e saberes.
Como concretização destes pressupostos a programação é estruturada em função das exposições em torno da coleção, bem como de outras exposições individuais, coletivas ou temáticas, programadas para enriquecimento do diálogo com a coleção.


http://icom-portugal.org/multimedia/CECA_Catarina%20Moura_2011_O%20Pulsar%20de%20Meio%20Século.pdf



Visitas guiadas

Em horário de funcionamento

60 € por grupo (max. 20/25 pessoas), sujeitas às normas e regras da DGS durante a fase pandémica.

Específicas em contexto académico: €1  por pessoa

Estudantes: €30

Cartão Jovem: €30

+ de 65 anos: €30

Grupos com necessidades especiais: €5

 

Fora do horário de funcionamento

Acresce 100% ao preço do bilhete por cada hora


Atividades do Serviço Educativo

Visitas Virtuais

Neste momento em que as escolas ainda não podem vir ao museu, o MNAC coloca à disposição da comunidade educativa recursos pedagógicos dirigidos a vários níveis de escolaridade.

Público Alvo: segundo e terceiro ciclos do ensino básico; universidades, séniores.
O Guião aqui apresentado é geral e será adaptado consoante o ano de escolaridade e o programa do Ministério da Educação.
As Visitas Virtuais são coordenadas e mediadas por Hilda Frias.
Atividade gratuita, sujeita a marcação prévia através do email: mnac.hildafrias@gmail.com

Arte??? Isto eu também fazia…
Ajudar a entender o que se passou nos últimos 100 anos na criação artística em Portugal e na Europa, fazendo-se uma viagem pela arte desde o início do século XX até aos caminhos artísticos do século XXI.

E depois dos anos 60?
Na década de 60, vários são os artistas que saem do país e tentam encontrar a liberdade e a individualidade artística em outros locais, tanto na Europa como nos EUA.
Tratar-se-á de como foi encarada, vivida e realizada a obra de arte a partir dos anos 1960, quais os intervenientes e de que forma essas outras vivências modificaram a Arte Contemporânea em Portugal.

Movimentos Artísticos
Conhecendo e aprofundando como surgiram e se desenvolveram, ao longo dos tempos, os vários movimentos artísticos desde o final do século XIX aos dias de hoje, iremos analisar o que são esses ismos e de que forma alteraram a visão da Arte.

Modernismo em Portugal
Que motivos levaram os jovens artistas portugueses a fazerem parte integrante do movimento modernista. Quem foram e de que forma influenciaram as subsequentes gerações de artistas?
De António Carneiro a Almada Negreiros, as vidas, os artistas, as suas obras.
                       
Modernismo na Escrita e na Arte
De que forma a Escritas e as Artes se inter-influenciaram no início do século XX e como o resultado foi algo diferente e nem sempre aceite pelo público e pela crítica.

Retrato e Autorretrato
A representação do Eu e do outro, a pintura, as colagens, a escultura, a fotografia e o vídeo, como base de representação do rosto e do corpo num retrato ou autorretrato.

O Chiado de outrora…
As histórias, as lojas, os teatros, os nomes. Toda a memória do que foi (e é) esta zona da cidade.


Visitas Guiadas às Exposições

Exposição O Caminho para a Luz porque passa pela Luz
Local: Galeria Millennium bcp
Visitas orientadas pelo curador, João Biscainho


23 de Julho
06 de Agosto
24 de Setembro
13 de Outubro
03 de Novembro

As visitas serão às 16h, terão uma duração média de 1 hora e não carecem de marcação prévia, estando contudo sujeitas às normas da DGS.
Programa de palestras e lançamento da publicação a anunciar em breve.


Outras actividades educativas no MNAC.

Fins de semana (domingos de manhã)

Visitas orientadas à exposição Olhares Modernos, pela coordenadora do Serviço Educativo, Hilda Frias

24 de Outubro, 11h.

14 de Novembro, 11h.

Encontro no átrio do museu. A visita terá a duração aproximada de 1 hora e não carece de marcação prévia, estando contudo sujeitas às normas da DGS.










Ciclo “Mulheres Pintoras no Mundo Ibero-Americano” 2021- 2022


Até ao início do século XX ainda se esperava das mulheres uma arte delicada e sentimental, envolvida com a esfera íntima do lar. O trabalho artístico feminino era considerado amador, mais ainda no espaço ibero-americano onde a cultura predominantemente católica contribuiu para que se esperasse da mulher apenas o papel de mãe e esposa. No campo artístico, as barreiras que confinavam as mulheres a uma 'arte na intimidade do lar' apenas foram efectivamente rompidas a partir da segunda metade do século XX, mas em termos de crítica, uma atitude paternalista e discriminatória ainda permaneceu. Este Ciclo visa destacar Pintoras que foram especialmente actuantes no Mundo Ibero-Americano e que ao longo dos séculos, do Renascimento tardio aos nossos dias, contribuíram para diminuir o preconceito de género e pôr fim a uma série de estereótipos no mundo das artes.


Periodicidade:

Mensal - 8 Sessões

Cada sessão terá duração de 1 (uma) hora: 5 minutos de apresentação; 45 minutos para a Palestra e 10 minutos para responder a questões do público.


Programa:

2021

17 Junho: Sophonisba Anguissola (c. 1535- 1625): Um destino entre Itália e Espanha. Ana Isabel Buescu (CHAM, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa)

8 Julho: Sagrado e Profano na obra de Josefa de Óbidos. Fernando António Baptista-Pereira (FBAUL - CIEBA)

16 Setembro: O Surrealismo Feminino no México. Teresa Lousa (CHAM, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa e FBAUL - CIEBA)

14 Outubro: A minha pintura é uma escrita - o caso Viera da Silva. Maria Luísa Ribeiro Ferreira (CHAM, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa e Centro de Filosofia, FLUL)

4 Novembro: Mily Possoz, artista profissional. Emília Ferreira (MNAC - IHA/ FCSH/ NOVA - CIEG/ISCSP- UL)

2 Dezembro: Sarah Affonso. Ana Vasconcelos (Gulbenkian - CAM, FCG)

2022

13 Janeiro: As Mulheres da Tapeçaria Contemporânea Portuguesa. Ana Maria Gonçalves (FLUL)

17 Fevereiro: Pintoras Brasileiras da Geração de 60-70. José Mikosz (UNESPAR; CHAM, FCSH,Universidade NOVA de Lisboa e FBAUL - CIEBA)

3 de Março: "Aurélia de Sousa", Raquel Henriques daSilva (IHA/ FCSH/ NOVA)


Organização:

Teresa Lousa / Linha História das Mulheres e do Género Grupo de Investigação - Cultura, História e Pensamento Ibéricos e Ibero-americanos.
CHAM/ MNAC




Desenha a tua estória

Ao aproximarmo-nos do final deste ano letivo, conturbado por uma pandemia, os serviços educativos do Museu Coleção Berardo e do Museu Nacional de Arte Contemporânea desafiam as escolas do 1.º e 2.º ciclos a envolverem-se e a participarem num projeto à escala nacional, permitindo e incentivando as crianças a exteriorizar os seus sentimentos e emoções, através do Desenho, contando a sua estória deste tempo em que as aprendizagens, as relações sociais e familiares sofreram grandes mudanças.

Sugerimos ainda aos professores que, a partir da estória de cada criança, seja aberto um novo espaço de diálogo, oral ou através da expressão física do movimento, de reflexão e partilha das emoções e sentimentos que o Desenho reflete. Desejamos, além disso, construir uma galeria virtual com os desenhos das crianças, dando assim visibilidade a este momento marcante das suas vidas.


Descarregue aqui o PDF.

Para mais informações consulte Desenha a tua Estória, ou os websites do Museu Nacional de Arte Contemporânea e do Plano Nacional das Artes.


APOIOS

Plano Nacional das Artes

Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares

RTP