MNAC - Rua Capelo

entrada: Condições Gerais

Género na Arte. Corpo, sexualidade, identidade, resistência

2017-10-20
2018-03-11
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Atividades

2017-10-19 19h00
Inauguração da exposição
2017-11-24

18h00
20h00
Conversa com Artistas

Conversa com Artistas

 

Vanda Gorjão conversa com Ana Vidigal sobre Género na Arte portuguesa contemporânea.

24 Novembro, das 18:0 às 20:00horas

Rua Capelo, 13

 

 

Vanda Gorjão conversa com Ana Vidigal sobre Género na Arte portuguesa contemporânea.

 

Trata-se da primeira de 5 conversas complementares à exposição “Género na Arte. Corpo, sexualidade, identidade, resistência”.

Ana Vidigal nasceu em Lisboa em 1960 onde vive e trabalha. Licenciou-se em Pintura pela ESBAL em 1984. Em 1999 ganha o Prémio Maluda e em 2003 o Prémio Amadeo de Souza Cardozo. Em 2010 a Fundação Calouste Gulbenkian – CAM, organiza, com curadoria de Isabel Carlos, a sua primeira exposição antológica: Menina Limpa Menina Suja. Expõe regularmente desde 1981. A sua obra encontra-se presente em diversas coleções públicas e privadas em Portugal e no Estrangeiro

Vanda Gorjão nasceu em 1969, em Lisboa. Licenciou-se em Sociologia, com especialização em Sociologia da Cultura e Sociologia da Arte. Trabalhou em projetos e pesquisas universitárias e no Observatório das Atividades Culturais – Ministério da Cultura e Instituto das Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Dá aulas no Departamento de Artes Visuais, Multimédia e Design da Escola de Artes da Universidade de Évora desde 2006, como Assistente Convidada, sendo responsável por cadeiras de teoria e pensamento sobre a criação artística, os criadores e as obras de arte. Faz parte do corpo de investigadores do CHAIA - Centro de História da Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora (Unidade tutelada pela FCT), na Linha de Investigação Artes Visuais e Design, na qualidade de membro colaborador. Tem realizado conferências e conversas em diferentes espaços artísticos e organizou e realizou cursos de sociologia de arte e pensamento artístico na Fundação de Serralves, Porto, e na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Em conjunto com Teresa Furtado, iniciou em 2016 na Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, um projeto de Conferências-Aulas abertas – «E criamos assim... Criadores e Públicos em Conversa» –, enquadradas numa parceria da Escola de Artes de Évora com a FEA.




2017-12-15

18h00
20h00
Conversas com Artistas

Conversas com Artistas

Armando Pinho conversa com Miguel Bonneville

Tema: “Género na Arte. Corpo, sexualidade, identidade, resistência”

15 dezembro

Das 18:0 às 20:00horas

Rua Capelo, 13

 

ARMANDO F. PINHO (Portugal, 1972)

Licenciado em Teatro (ESMAE-Porto), Licenciado em Psicologia e Mestre em Psicologia Clínica (Universidade do Minho-Braga). Docente na Universidade Lusíada – Norte Porto, onde aborda as áreas da Psicologia da Arte, Psicologia Crítica e Performativa e Construcionismo Social. Aprofunda os temas da Identidade e Modos Contemporâneos de Subjetivação, desenvolvendo um estudo-tese sobre performatividade, construção e negociação identitárias, no contexto da performance artística autobiográfica em Portugal. No âmbito deste projeto tem divulgado o seu trabalho em vários encontros científicos e revistas da especialidade, podendo destacar-se o artigo: “O olhar político feminista na performance artística autobiográfica” (ex æquo, 2013). Desenvolve atividades artísticas de criação, formação e investigação em parceria com diferentes estruturas culturais e científicas, mantendo colaboração regular com a escola/companhia Arte Total-Braga.

 

MIGUEL BONNEVILLE (Portugal, 1985)

Através de performances, desenhos, fotografias, filmes, música e livros de artista, Miguel Bonneville (Porto, 1985) introduz-nos a histórias autobiográficas centradas na desconstrução e reconstrução da identidade. Desde 2003 tem apresentado o seu trabalho em galerias de arte, museus, teatros e festivais nacionais e internacionais, sobretudo os projetos seriados 'Family Project', 'Miguel Bonneville’ e ‘A Importância de Ser’.

Concluiu os cursos de ‘Interpretação’ - ACE (2000-2003), ‘Artes Visuais’ - Fundação Calouste Gulbenkian (2006), ‘Autobiografias, Histórias de Vida e Vidas de Artista'  - CIES-ISCTE (2008), ‘Arquivo – Organização e Manutenção’ - Citeforma (2013), ‘Costurar Ideias’ - Magestil (2013), e ‘Cyborgs, Sexo e Sociedade’ - FCSH (2016).

Recebeu o Prémio Ex Aequo (2015) pelas performances ‘Medo e Feminismos’ e ‘A Importância de Ser Simone de Beauvoir’.


2018-01-21 12h30
Performance DE-GENERUS pelo Grupo de Teatro Jovem GUERBEROFF

MNAC - Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado

Entrada Rua Capelo nº13 - Lisboa
Domingo 21 de Janeiro de 2018
12.30h às 13.30h - Gratuito

Exposição Género na Arte. Corpo, sexualidade, identidade, resistência.

Curadoria de Aida Rechena e Teresa Furtado
Artistas. Alice Geirinhas, Ana Pérez-Quiroga, Ana Vidigal, Carla Cruz, Cláudia Varejão, Gabriel Abrantes, Horácio Frutuoso, João Gabriel, João Galrão, João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, Maria Lusitano, Miguel Bonneville, Thomas Mendonça e Vasco Araújo.

 

DE-GENERUS

uma perfomance de GUERBEROFF, grupo de Teatro Jovem, coordenado pelo encenador Claudio Hochman.

 

A iniciativa do Grupo de Teatro Jovem Guerberoff insere-se na orientação da missão de serviço público que o MNAC e o seu Serviço de Educação assumem como meio de desenvolvimento e comunicação entre os objetos (património coletivo) e os públicos.

A partir da exposição “Género na Arte. Corpo, sexualidade, identidade, resistência”, dezasseis obras/instalações de catorze artistas portugueses, de abordagens plásticas muito diversificadas, todas produzidas no século XXI, são agora alvo do olhar e da sensibilidade, da reflexão e interpretação criativa destes jovens intérpretes que vão enriquecer cada obra/instalação com a sua experiência e saber afirmando o permanente e inesgotável diálogo que a “obra” propõe como instrumento de cultura. Catarina Moura

Coordenadora Educação - MNAC

 

GUERBEROFF é um Grupo de Teatro formado por Jovens entre os 14 e 20 anos, alunos das Aulas de Interpretação, que funcionam na Casa do Brasil de Lisboa.
Nestes encontros desenvolvem a expressão do corpo, da voz, das emoções, a composição de personagens e, sobretudo, a criatividade.
O Grupo, com seis anos de existência, já criou peças originais e interpretou textos de Tennesse Williams, Goldoni, Durrenmatt e Shakespeare.
Há dois anos invadiram com as suas performances as livrarias de Lisboa com textos de Gonçalo M. Tavares.

Este ano o ponto de partida são as Artes Plásticas e esta é a sua quinta performance.

As anteriores foram:

MAAT - Hábitus Lentus, sobre a obra de arte total de Ana Pérez-Quiroga.

MNAC – Museu do Chiado - Quadrus Vivus, sobre obras de Helena Almeida, Lourdes Castro, René Bertholo, Antonio Sena, Joaquim Rodrigo e José Pedro Croft.

Galeria Trema-Arte - Vous Rasantis, sobre a exposição Lições de Voo de João Vaz de Carvalho.

Galeria Graça Brandão – Escondidus, sobre a exposição de José Almeida Pereira.

Museu Gulbenkian - Espelhus suhlepsE, sobre a exposição O Outro Lado do Espelho.

 

 

Voltamos ao MNAC desta vez para o invadir com cenas criadas a partir das peças/espaços/instalações propostas por artistas vivos. Criamos textos, ações e dinâmicas tentando encontrar uma ponte entre a temática, as obras e as vivências e sentimentos de cada intérprete.

O sistema de Laberinto-Kermesse permite ao público escolher o seu próprio percurso.

 

Contamos, ainda, com a participação do Coro da Classe de Canto da Escola de Música da União das Freguesias de Santiago e São Simão de Litém e Albergaria dos Doze.


Obrigado ao MNAC por abrir o espaço aos jovens e obrigado aos artistas pela estimulante inspiração.

Claudio Hochman

 

Jovens Guerberoff Grupo de Teatro Jovem

Coro da Classe de Canto

Helena Matos

Ana Nogueira

Hannah Badura

Caroline Neves

Violeta Campos

Daniela Gomes

Isabel Medeiros

Inês Oliveira

Benjamim Costa

Íris Domingues

Miriam Pedroso

Juliana Mendes

António Costa

Lara Santos

Beatriz Pereira

Letícia Neves

João Maria Spindola

Maria Neto

Joana Luis

Maria Silva

Miguel Costa

Mariana Lopes

Carolina Rosendo

Marta Lopes

Maria Carolina Sousa

Nádia Malho

Joana Bettencourt

Sara Gomes

Francisca Alarcão

 

Rodrigo Leal

 

Ana Maria Rocha

 

Ema San Payo

 

Mariana Rosendo

 

Ema Sá

 

Rosa Leão

 

Ana Mara Silva

 

Madalena Proença

 

João Matos

 

Sara Lafond

 

Beatriz Felício

 

Teresa Kusky

 

Beatriz Silva

 

Inês Suarez

 

Maria Camilo

 

 

 






2018-01-26

18h00
20h00
Conversa com Artistas

Conversas com Artistas


Elisabete Brasil conversa com Margarida Cardoso

Tema: “Género na Arte. Corpo, sexualidade, identidade, resistência”

26 janeiro

Das 18:0 às 20:00horas

Rua Capelo, 13

 

 

Elisabete Brasil

Nascida em Angola em 1968 vem residir para os Açores em 1976, de onde a família é natural. Reside no continente desde 1986 altura em que ingressa na Faculdade de Direito de Lisboa, onde se viria a licenciar.

 

Ativista na área dos direitos humanos, coordena o Observatório de Mulheres Assassinadas e assume funções de coordenação técnica na área da violência doméstica e de género na UMAR, organização feminista a que está ligada desde 1997.

 

 

Margarida Cardoso

Nasceu em Tomar, Portugal (1963) e viveu em Moçambique até 1975. Estudou Imagem e Comunicação Audiovisual na escola António Arroio, em Lisboa.

Trabalhou vários anos em França e Portugal como fotógrafa e assistente de realização. Desde 1995 que desenvolve um trabalho muito pessoal entre a ficção e o documentário.

Foi premiada com o “Léopards de Demain” no 52.º Festival de Locarno e a sua primeira longa-metragem “A Costa dos Murmúrios” estreou no Festival de Veneza – Venice Days, 2004.

"Natal 71", "Kuxa Kanema - O Nascimento do Cinema", “A Costa dos Murmúrios” e a sua última longa-metragem “Yvone Kane” têm em comum o interesse pela temática colonial e pós-colonial, numa perspetiva muito singular, explorando a memória, a perda e a culpa.

É professora no curso de cinema da Universidade Lusófona de Lisboa e membro do conselho académico do mestrado Doc Nomads. Em 2015, o departamento de Studi Letterari, Linguistici e Comparati – Università Napoli L’Orientale, criou a “Cátedra Margarida Cardoso” um centro de estudos e prática criativa inspirada no seu trabalho.